Aumento do número de gémeos em Portugal

Situação deve-se a fertilização in vitro

05 setembro 2003
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O aumento do número de nascimentos de gémeos deve-se aos processos médicos de fertilização in vitro e não a quaisquer causas genéticas, alimentares ou de comportamento social, disse sábado em Valença o investigador universitário Alberto Barros.
 

 

Segundo este professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, 25 a 30 por cento dos gémeos nascidos em Portugal, têm origem numa gravidez medicamente assistida.
 

 

"Actualmente colocam-se apenas dois embriões no útero das mulheres com idades até 35 ou 36 anos, precisamente para evitar a possibilidade do nascimento de gémeos, que, em muitos casos, podem ser triplos", afirmou.
 

 

O investigador universitário falou à Agência Lusa no final do 2º Encontro Internacional de Gémeos que reuniu sexta-feira à noite, num jantar em Valença, Viana do Castelo, um total de 30 pares de gémeos de várias idades oriundos do Alto Minho e da vizinha região espanhola da Galiza.
 

 

A iniciativa, que foi organizada pelos jornais regionais «O Valenciano» e o «Minhoto» e pelo restaurante «Zé Maria», contou com a presença de uma família minhota onde nascem gémeos há quatro gerações.
 

 

Fonte: Lusa
 

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