Aumento das taxas moderadoras preocupa pensionistas e idosos

Declarações da confederação dos reformados, pensionistas e idosos

27 dezembro 2011
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Os reformados, pensionistas e idosos consideram o aumento das taxas moderadoras um “imposto disfarçado” e receiam que a medida afaste dos utentes dos serviços públicos, fazendo disparar a morbilidade e mortalidade.

 

Em comunicado de imprensa, a MURPI – Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos afirma que o aumento das taxas moderadoras vai provocar o afastamento de milhares de portugueses, designadamente reformados e pensionistas, dos serviços públicos de saúde, com o consequente agravamento das suas doenças e aumentando deste modo a morbilidade e a mortalidade.

 

Este aumento “representa um imposto disfarçado para redução do défice, pretendendo arrecadar cerca de cem milhões de euros em 2012, sacrificando o direito à saúde de todos os portugueses e os objectivos do SNS”, afirma a confederação à agência Lusa.

 

Para a confederação, estes aumentos inserem-se num processo que “visa beneficiar o sistema privado de saúde, à custa do sofrimento, da angústia dos que estão doentes e, muitas vezes no desemprego ou a auferir pensões de miséria”.

 

A MURPI afirmou ainda ser uma “indignidade” considerar que quem tem rendimentos superiores a 600 euros mensais está em condições de pagar taxas moderadoras aos novos valores.
A confederação considerou que o aumento das taxas moderadoras é mais “um massacre às condições de vida” dos reformados e pensionistas e apelou a todos os seus associados para que organizem protestos de luta.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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