Aumento da comparticipação dos medicamentos para a infertilidade

Despacho do Ministério da Saúde

03 maio 2009
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Os medicamentos utilizados nos tratamentos de infertilidade vão sofrer um aumento de comparticipação, de 37 para 69 por cento, que entrará em vigor a 1 de Junho, segundo um despacho do Ministério da Saúde.

 

O despacho, publicado no Diário da República, estabelece um regime especial de comparticipação para nove medicamentos que “representam um maior encargo em cada ciclo de tratamento, designadamente as gonadotropinas, os antagonistas hipofisários e os análogos da hormona libertadora de gonadotropina”.

 

Estes fármacos só podem ser prescritos no contexto de tratamentos de infertilidade, “devendo o médico prescritor, na receita, fazer menção expressa do presente despacho”.

 

A ministra da Saúde, Ana Jorge, revelou que este acréscimo na comparticipação representa um aumento da despesa do Estado de 1.051.000 euros, montante que os casais pouparão.

 

O custo dos medicamentos utilizados nas técnicas de procriação medicamente assistida (PMA) é muitas vezes impeditivo de os casais se submeterem a esse tipo de tratamento, mesmo no sector público. Em média, cada ciclo custa actualmente, em fármacos, cerca de 2.000 euros.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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