Associação luta pela inclusão dos portadores de trissomia 21

Estabelecimentos de ensino não dão respostas adequadas

05 dezembro 2012
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A Associação de Apoio à Trissomia 21 (AMAR 21) que surgiu em Barcelos, tem como objetivo incluir na sociedade as pessoas portadoras de Trissomia 21 e ainda colmatar a falta de respostas adequadas nos estabelecimentos de ensino.
 

Em declarações à Lusa, a presidente da AMAR 21 Alexandra Lopes acrescentou que esta instituição vai servir todo o distrito de Braga, “onde seguramente se registam muitos e muitos casos” daquela doença.
 

“Fala-se muito em inclusão, mas a verdade é que, no caso dos portadores de Trissomia 21, ela praticamente não se sente. A sociedade não lhes dá oportunidades, há um longo trabalho de sensibilização e de formação a fazer, e é esse trabalho que queremos levar a cabo”, referiu.
 

Alexandra Lopes revelou ainda que também nas escolas se nota “insuficiência” de respostas, por falta de professores e funcionários com formação específica para lidar com aquela doença.
 

AMAR 21 que foi oficialmente constituída em finais de setembro e ainda sem sede, vai começar por fazer um rastreio daquela doença a nível do distrito de Braga, para se inteirar dos principais problemas e trabalhar nas respetivas respostas.
 

A associação já dispõe, nos seus órgãos diretivos, de terapeutas da fala, fisioterapeutas, psicólogos, professores e médicos, disponíveis para ajudar quem precisar dos seus serviços.
 

No domingo, a AMAR 21 vai promover uma caminhada “pela inclusão", no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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