Associação Acreditar obteve financiamento online

Declarações da diretora geral da instituição

31 dezembro 2012
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A casa de Coimbra da associação Acreditar obteve financiamento para o acolhimento de duas famílias de crianças com cancro durante um mês.

 

A notícia, avançada pela agência Lusa, refere que o financiamento foi atribuído através da plataforma online BESCrowdfunding, do Banco Espírito Santo, à qual a Acreditar também recorreu para obter apoio para o projeto de voluntariado Arco-Íris, na área dos cuidados paliativos pediátricos em contexto domiciliário.

 

Anualmente, a casa de Coimbra da Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro dá acolhimento a 140 famílias, sendo de 767 euros o custo mensal por família.

 

Nesta cidade, a associação “acolhe ainda famílias de crianças com outras patologias, sempre que tem quartos disponíveis”, revelou à agência Lusa a diretora-geral da instituição, Margarida Cruz.

 

Estas famílias, que “procuram apoio regular económico e psicológico, terão garantidas as condições para satisfazerem as suas necessidades básicas, bem como o apoio na redefinição e restruturação do seu projeto de vida”, afirma a Acreditar em comunicado.

 

As duas casas da Acreditar, em Coimbra e Lisboa, “acolhem gratuitamente famílias de crianças e jovens em tratamento oncológico ambulatório, residentes fora da região do hospital onde são seguidas, o que ajuda a evitar o alargamento desnecessário dos períodos de internamento ou a instalação destas famílias em condições precárias e não adaptadas”.

 

Na casa de Lisboa, com 12 quartos, “são apoiadas cerca de 100 famílias por ano”, disse Margarida Cruz.

 

De acordo com a dirigente, 90 % das verbas necessárias ao funcionamento da associação “são obtidas junto de empresas e particulares”, a que se junta o apoio da Segurança Social (sete por cento) e dos associados.

 

A Acreditar é uma instituição particular de solidariedade social (IPSS) fundada, em 1993, “como resultado da mobilização nacional de pais de crianças utentes dos serviços de oncologia pediátrica” do país.

 

Esta IPSS ajuda crianças e suas famílias “a superar melhor os diversos problemas que se colocam a partir do momento em que é diagnosticado o cancro”.

 

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