Aspirina pode ser a inimiga que o cancro precisava

O combate ao cancro continua a ser uma constante na vida de um investigador

13 agosto 2003
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Vários cientistas têm centrado a atenção na aspirina e noutros anti-inflamatórios uma vez que acreditam que estes fármacos podem conter propriedades anti-cancro.
 

Depois de terem sido desenvolvidos testes genéticos, cientistas holandeses acreditam que apesar de se tratar de um analgésico comum, este pode contribuir para colocar fim a células cancerosas.
 

 

Estudos já elaborados indicavam que a aspirina podia ser vista como o caminho na ajuda à prevenção do cancro do cólon através da redução de pólipos que podem tornar-se cancerosos. Também foi encontrada uma aparente associação entre aspirina e taxas reduzidas de cancro do pâncreas.
 

Contudo a investigação ainda se encontra muito no início e por isso o bioquímico Keith Wilkinson, da Universidade Emory, afirmou que “não há razão para começar ou aumentar o consumo de aspirina com base nestes estudos".
 

 

Por sua vez, Tom Gilmore, da Universidade de Bóston, declarou que estes estudos precisam de uma investigação mais profunda dado que os medicamentos resultantes actuarão de forma diferente à da aspirina engolida para aliviar uma dor de cabeça.
 

 

Apesar de o estudo ainda se encontrar longe do fim, muitos são os que desejam que esse fim se torne realidade o mais rapidamente possível. E nem é preciso explicar porquê.
 

 

Fonte: Lusa
 

 

Adriana José Oliveira
 

MNI – Médicos Na Internet

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