Ar interior mais perigoso que o exterior

Conclusões do programa "EuroLifenet”

24 julho 2007
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Mais de 200 alunos do Ensino Secundário mediram a qualidade do ar a que estão expostos e concluíram que ambientes interiores são mais perigosos para a saúde do que exteriores, mesmo tendo em conta a poluição automóvel.
 

 

Esta foi uma das conclusões do programa "EuroLifenet - Ambiente/Saúde/Cidadania Educação para o desenvolvimento sustentável", inédito a nível europeu. O projecto, efectuado junto de mais de 600 alunos de escolas do Ensino Básico e Secundário de Portugal e Itália, consistiu no primeiro estudo em grande escala sobre a exposição pessoal ao poluente atmosférico PM2.5 (as partículas mais pequenas suspensas no ar), um dos que maior impacto tem na saúde humana, nomeadamente com Doenças Respiratórias.
 

 

O estudo revelou que, de uma maneira geral, o ar interior é mais perigoso para a saúde, sobretudo quando há fumadores, do que o exterior, onde há circulação de ar. "Um cigarro aceso no interior de uma casa atinge um nível de poluição que demora muito mais tempo a desaparecer do que em espaços abertos". As cozinhas são também zonas que alcançam picos elevados de partículas 2.5, sendo importante arejar com frequência os espaços fechados.
 

 

Fontes: JN e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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