Aprovada nos Estados Unidos nova tecnologia de protões para combate ao cancro

As suas vantagens são: aplicação localizada ao alvo, permitir fornecer mais radiação ao tumor, não danificar os tecidos normais e ter mínimos efeitos laterais.

20 agosto 2000
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A agência americana Food and Drug Administration (FDA), aprovou o sistema de raio de protões designado Conforma 3000 da empresa Optivus Technology para tratamento do cancro.
 

 

89% dos doentes com cancro da próstata e a mesma percentagem de doentes com uma forma de degeneração macular (doença dos olhos) mostraram ausência de doença ao fim de 5 e 1,5 anos, respectivamente, depois de tratados com esta técnica, de acordo com resultados publicados no International Journal of Radiation Oncology e difundidos pela agência Reuters.
 

 

Num estudo comparativo, esta terapêutica por protões mostrou resultados de 87% de controlo local no cancro do pulmão, em comparação com 50% obtidos pela radioterapia convencional.
 

 

Até agora, esta tecnologia está apenas disponível no Loma Linda University Medical Center (LLUMC), em Los Angeles, nos Estados Unidos, mas já existem cerca de 20 outros centros, situados em hospitais, dispersos pelo mundo (incluindo Europa) onde se faz uso de uma forma menos avançada de terapêutica por protões.
 

 

Os protões permitem fornecer a radiação de modo mais homogéneo do que a radioterapia convencional em áreas de contornos irregulares, como as dos tumores.
 

 

Esta tecnologia foi desenvolvida para constituir uma alternativa à cirurgia e a outras formas de radioterapia.
 

 

As suas vantagens são: aplicação localizada ao alvo, permitir fornecer mais radiação ao tumor, não danificar os tecidos normais e ter mínimos efeitos laterais.

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