Aposta na Medicina Interna representa poupança de milhões de euros ao Estado

Estudo da Universidade Nova de Lisboa

24 maio 2007
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O aumento do número de clínicos de Medicina Interna nos hospitais pode representar uma poupança de milhões de euros, mas os serviços de saúde contam com cada vez menos internistas, revela um estudo da Universidade Nova de Lisboa.
 

 

De acordo com o trabalho de investigação do economista Pedro Pita Barros, ontem apresentado durante o 6º Congresso Europeu de Medicina Interna, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) pode poupar cerca de 32 milhões de euros mantendo o mesmo número de médicos, mas reforçando a percentagem de internistas.
 

 

Perante a ideia generalizada de que a Medicina Interna é um "serviço muito dispendioso", o professor da Universidade Nova de Lisboa avaliou quais as consequências de substituir 1% dos médicos de especialidades diversas por clínicos de Medicina Interna.
 

 

O congresso, cuja abertura foi presidida pelo Presidente da República, contou ainda com a participação do presidente do Instituto Gulbenkian de Ciência, António Moutinho, que apresentou a conferência "Lost in Translation: Immunology, as case-study in molecular medicine".
 

 

Estão ainda previstas outras 870 comunicações (270 orais e 600 em poster) durante o encontro, que assinala os 125 anos de autonomização da Medicina Interna.
 

 

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