Apifarma «lembra» aos médicos o seu papel «único» na prescrição

«Ninguém deve substituir o papel de um médico»

27 janeiro 2003
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Os médicos que se opõem à substituição do medicamento que prescrevem contam, a partir desta segunda-feira, com o apoio da indústria farmacêutica que lança uma campanha a enaltecer o papel «único» do clínico neste processo.
 

 

Por isso, a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) lançou uma campanha de divulgação nos meios de comunicação social.
 

 

Para a Apifarma, «ninguém deve substituir o papel de um médico», devendo ser também responsabilidade do clínico a farmaco- vigilância.
 

 

Uma posição polémica. Pela primeira vez, e desde o início do ano, o novo modelo de receita médica permite a substituição do fármaco receitado pelo médico, desde que o clínico a isso não se oponha.
 

 

Mas os médicos já se opuseram a esta substituição. Os argumentos têm por base o facto de se os clínicos pretendessem outro medicamento além do receitado, então prescreveriam outro fármaco.
 

 

Os mais recentes dados sobre os genéricos em Portugal indicam que a comercialização destes medicamentos registou um aumento de 42 por cento no último semestre de 2002, em relação aos primeiros seis meses do mesmo ano.
 

 

Fonte: Lusa
 

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