Apanha de bivalves temporariamente proibida devido a contaminação

Alerta do Instituto Português do Mar e da Atmosfera

04 agosto 2015
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A apanha de bivalves encontra-se temporariamente proibida devido à presença de toxinas marinhas que podem provocar problemas de saúde graves, alerta o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPAM).
 
Segundo notícia veiculada pela agência Lusa, o IPAM informa que a interdição de captura dos bivalves aplica-se a mariscadores profissionais e amadores, assim como ao público em geral, independentemente do processo de captura. Na página da internet do IPAM (http://www.ipma.pt), para além do aviso de interdição são também identificadas as zonas e as espécies que não podem ser apanhadas neste momento.
 
No Estuário do Lima, na Lagoa de Albufeira e na costa entre Aljezur e S. Vicente está proibida a apanha de todos os tipos de bivalves.
 
De acordo com o IPMA, esta interdição está relacionada com a deteção de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas acima dos valores aceitáveis, sendo, por isso, temporariamente proibida "a apanha e captura, com vista à comercialização e consumo” de diversas espécies de bivalves, desde o berbigão, mexilhão, ameijoa, conquilha, mexilhão ou lambujinha.
 
“A ingestão de bivalves contaminados por toxinas marinhas pode causar graves problemas de saúde”, alerta o IPMA na sua página, em que se pode ler que no Estuário do Tejo, por exemplo, está proibida a apanha de todos os bivalves à exceção da amêijoa-japonesa e do mexilhão.
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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