Angina de peito atinge tanto homens quanto mulheres

Estudo da University College of Londres

23 março 2006
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Um estudo britânico revelou que a angina de peito – muitas vezes o primeiro sinal de doenças cardíacas – afecta as mulheres na mesma proporção que os homens. O trabalho foi patrocinado pela British Heart Foundation (BHF) e publicado na revista da AMA - American Medical Association.
 

 

De acordo com o estudo do University College of Londres (UCL), muitos médicos ainda subestimam o problema entre as mulheres e falham em oferecer exames quando estas apresentam suspeitas de angina.
 

 

A equipa do UCL analisou os registos de 100 mil pacientes com angina de peito, entre 45 e 89 anos, e descobriu que, todos os anos, duas em cada cem mulheres desenvolvem a doença.
 

 

Com a falta de exames apropriados, como electrocardiogramas, essas mulheres acabam por ter mais probabilidades de morrer devido a problemas cardíacos.
 

 

"Como as mulheres tendem a estar protegidas da angina até depois da menopausa, o problema vem tradicionalmente a ser encarado como masculino", disse Peter Weissberg, director médico da BHF.
 

 

Por isso, salienta o especialista, “o estudo reforça a visão de que a mulher com angina de peito precisa receber tratamento rápido e apropriado para evitar o risco de um ataque cardíaco”.
 

 

Estudos sugerem que cerca de 60% dos sobreviventes de ataques cardíacos sofreram anteriormente de angina de peito.
 

 

MNI- Médicos Na Internet
 

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