Anestesia não causou as mortes em Lagos

Conclusões da Inspecção-Geral de Saúde

24 maio 2004
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A Inspecção-Geral de Saúde (IGS) concluiu não existirem alterações nas anestesias que pudessem ter provocado as duas mortes que ocorreram no Hospital de Lagos, a 31 de Março e a 2 de Abril. Em declarações à agência Lusa, Carlos Martins, secretário de Estado da Saúde, revelou que o relatório da IGS já foi entregue ao ministro Luís Filipe Pereira, que anunciará em breve as suas conclusões. Os dois doentes encontravam-se naquele estabelecimento hospitalar para intervenções consideradas simples - extracção de um quisto e uma fissura - quando sofreram paragens cardio-respiratórias após a administração do produto anestésico, um fármaco, com a substância activa propofol, aprovado em Portugal em 1987. Após as mortes, o relatório preliminar realizado pela IGS inclinou-se para a hipótese do erro humano, tendo suspendido a médica anestesista por 90 dias, levando, igualmente, a Ordem dos Médicos a levantar suspeitas sobre a eficácia da substância utilizada. «O certo é que o documento conclui que não existiram alterações aos produtos anestésicos utilizados no Hospital de Lagos que pudessem provocar a morte aos dois doentes», sustentou o secretário de Estado.Fonte: Jornal de Notícias

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