Adultos deveriam beber entre dois a dois litros e meio de água

Defende a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar

14 abril 2014
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Um adulto deveria beber entre 2 e 2,5 litros de líquidos por dia defende Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA). A hidratação tornou-se assim um fator de primeira instância com reconhecida importância no campo da nutrição e da saúde em geral, estas são as principais conclusões do I Congresso Internacional e III Nacional de Hidratação que se realizou em Espanha.
 

Os resultados que foram divulgados na última edição da Revista Espanhola de Nutrição Comunitária (RENC), a revista da Sociedade Espanhola de Nutrição Comunitária (SENC), destacam o papel da água como um nutriente essencial para o ser humano, e a forma como se pode obter através do consumo de diferentes alimentos e bebidas.
 

O artigo publicado na RENC reforça a importância dos diferentes papéis que a água desempenha no nosso corpo, incluindo o transporte de nutrientes, eliminação de resíduos, a regulação da temperatura assim como das diferentes funções estruturais e lubrificantes. Deste modo as bebidas não alcoólicas com mais de 80% de água e menos de 50 mEq / litro de sal podem ser uma importante fonte de hidratação, principalmente em condições ambientais específicas de calor.

 

No comunicado enviado à Alert, é ainda referido que as crianças, mulheres grávidas e em período de amamentação, além dos idosos, continuam a ser os grupos mais vulneráveis a sofrer de uma hidratação insuficiente, segundo concluem os especialistas, sem retirar o foco de outros grupos com menor risco.
 

"Em geral, uma desidratação resultante da perda de pelo menos 2% da massa corporal, tem impacto a nível físico, mas também em outras áreas, porque afeta o humor, a capacidade cognitiva, a atenção, e inclusivamente a memória de curto prazo", referiu o Prof. Dr. Lluís Serra-Majem, Catedrático de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, Presidente da Fundação para a pesquisa em Nutrição e Presidente da Academia Espanhola de Nutrição e Ciências da Alimentação.
 

"Não estamos a falar de um problema trivial, uma vez que a ingestão insuficiente de líquidos pode também levar a mudanças na atividade cerebral e até mesmo na função neurotransmissora”, acrescentou o especialista.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

 

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