ADN desidratado poderá ser conservado em casa

Cientistas espanhóis apresentam novidade

06 março 2007
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Qualquer pessoa poderá conservar em casa e à temperatura ambiente o seu ADN purificado e desidratado dentro de um tubo de cristal de cerca de 10 centímetros, sem necessidade de custear o armazenamento num banco particular para este tipo de material. O novo sistema, divulgado em Espanha na semana passada em conferência de imprensa, surgiu graças a um acordo de colaboração entre um laboratório espanhol e a Clínica Quirón de Valência, que será pioneira na implementação do serviço, com um custo aproximado 262 euros. Tanto os responsáveis pela clínica como pelo laboratório destacaram que o ADN contém "grande quantidade de informação médica valiosa" e que, cada vez mais, é importante guardar “os dados do nosso património hereditário”. Concretamente referiram-se à utilidade do ADN nos estudos de doenças hereditárias (como alguns tipos de cancro), em testes de paternidade, na identificação de vítimas de grandes catástrofes e de pessoas desaparecidas. As pessoas que queiram obter o seu ADN para guardá-lo em casa deverão colher sangue num hospital ou clínica. Depois, já nos laboratórios, a amostra é processada "de maneira exaustiva para livrá-la de qualquer contaminação e secá-la". A amostra é colocada num tubo, adequadamente selado e identificado com um código-chave, que ficará armazenado num banco de dados para evitar uma possível "utilização fraudulenta". MNI- Médicos Na Internet

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