Adesivo repara defeitos cardiovasculares

Estudo publicado na revista “Science Translational Medicine”

15 janeiro 2014
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Os investigadores portugueses Maria José Pereira e Lino Ferreira estão envolvidos na descoberta de um adesivo que permite reparar mais facilmente defeitos cardiovasculares, dá conta o estudo publicado na revista “Science Translational Medicine”.
 

"Quando os adesivos são colocados nas paredes de um coração em batimento, eles continuam firmemente fixos independentemente da forte pressão que o sangue exerce no coração e vasos sanguíneos", explica à agência Lusa Maria José Pereira.
 

O estudo teve a participação da doutorada do Programa MIT Portugal, do investigador Lino Ferreira do Centro de Neurociências e Biologia Celular, e outros investigadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), da Harvard Medical School e do Brigham and Women's Hospital, nos EUA.
 

A notícia avançada pela agência Lusa refere que este novo método poderá ser utilizado na reparação de defeitos do septo cardíaco, um problema presente em seis bebés, a cada mil nascimentos.
 

Atualmente, reparar estes defeitos implica uma intervenção cirúrgica invasiva nos primeiros meses de vida.
 

A maior vantagem deste método é a sua natureza não-invasiva, uma vez que o adesivo é inserido através de um pequeno cateter no local apropriado e ativado por luz.
 

Em comunicado, o MIT Portugal explica que "a aplicação dum adesivo formado por um novo biomaterial irá simplificar consideravelmente o processo, melhorar os seus resultados e diminuir a invasão cirúrgica."

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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