Acumulação de ferro nos neurónios desenvolvimento de Doenças Neurodegenerativas

Estudo inclui investigadores da European Synchrotron Radiation Facility

03 outubro 2007
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A acumulação de ferro nos neurónios poderá desempenhar um papel importante no processo de desenvolvimento de Doenças Neurodegenerativas, como a doença de Parkinson.
 

 

A suspeita pode ser agora, pela primeira vez, observada, através de uma nova análise, conduzida pela Universidade de Bordéus (França), Universidade de Sevilha (Espanha), Instituto de Neurociência de Grenoble (França) e pela iniciativa transeuropeia ESRF (European Synchrotron Radiation Facility).
 

 

Os investigadores estudaram a distribuição do ferro num modelo in vitro de células neurológicas que produzem dopamina (um neurotransmissor).
 

 

Para confirmar que a dopamina se pode conjugar com o ferro e exercer um efeito protector, a equipa recorreu a um novo equipamento desenvolvido pela ESRF (nanoprobe imaging experimental station), que permite analisar a distribuição de elementos nas células.
 

 

A resolução de 90 nanómetros do equipamento permite aos cientistas visualizarem a distribuição dos elementos. A equipa conseguiu, assim, observar a acumulação de ferro dentro de vesículas contendo dopamina que se encontram nas células neurológicas.
 

 

Este comportamento é muito importante para compreender os mecanismos moleculares associados à doença de Parkinson, uma vez que ficou comprovado que o armazenamento irregular está associado a esta doença.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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