Aborto e risco de cancro da mama

Especialistas portugueses contestam ligação

10 março 2004
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Especialistas portugueses contestam a validade científica da eventual relação entre o aborto e o aumento de risco do cancro da mama, que é tema de um colóquio que decorre esta quarta-feira na Assembleia da República.Em declarações à Agência Lusa, Cláudia Müller, da associação contra a descriminalização do aborto Mulheres em Acção, que promove o encontro, justificou a iniciativa com a necessidade de «procurar respostas» sobre a questão e alertar para o tipo de informação transmitida à mulher portuguesa que realiza um aborto legal.«O documento que é dado à mulher [nos hospitais portugueses] assume que há riscos, mas não os menciona», explicou Cláudia Muller.Carlos Souto Maior, oncologista do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, reconheceu à Lusa que «falta consenso» sobre a eventual ligação entre uma interrupção da gravidez, provocada ou não, e o aumento de risco do cancro da mama.Fonte: Lusa

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