634 mil cidadãos portugueses deficientes – 6,1% da população residente

Censos 2001 revelam ainda que mais de metade não têm atribuído qualquer grau de incapacidade

06 fevereiro 2002
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O número de deficientes recenseados em Portugal no dia 12 de Março de 2001 era de 634.408, dos quais 333.911 eram homens. No seu conjunto, representam 6,1 por cento do total da população residente.
 

 

Segundo novos dados provisórios dos Censos 2001 tornados públicos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a deficiência visual é dominante (1,6 por cento do total), seguida das deficiências motora (1,3 por cento) e mental (1,4 por cento). A região Centro tem a taxa de incidência mais elevada (6,7 por cento), enquanto os Açores registam o valor mais baixo (4,3 por cento). Existe um predomínio da população masculina em quase todos os tipos de deficiências.
 

 

A deficiência declarada não tem idêntica expressão em termos de grau de incapacidade legal. Com efeito, apenas 53,5 da população possuía um grau atribuído por uma autoridade de saúde. Cerca de 11,6 por cento do universo de deficientes tinham um grau de incapacidade superior a 80 por cento.
 

 

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