60% das grávidas não efectua Rastreio Pré-Natal Bioquímico

Especialistas alertam para falha

15 outubro 2007
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Mais de 60% das mulheres grávidas em Portugal não efectuam o Rastreio Pré-Natal Bioquímico, através do qual se detectam em elevada percentagem casos de Trissomia 21, entre outros problemas cromossomáticos.
 

 

De acordo com a edição de segunda-feira do jornal “Diário de Noticias”, o Exame Bioquímico, juntamente com a Ecografia, pode detectar em 90% dos casos o risco de o feto ser portador de Trissomia 21.
 

 

As razões apontadas para a falta de realização deste diagnóstico são, para além do preço, entre os 30 e os 40 euros (os exames não são totalmente comparticipados), a falta de critérios para o rastreio e a ausência de informação.
 

 

Segundo Sérgio Castedo, director do laboratório de Genética Médica de Diagnóstico Pré-Natal, os casos de Trissomia 21 podem ser evitados em fetos de jovens grávidas, se este tipo de exame for feito a mulheres com menos de 35 anos.
 

 

Dados de um relatório da Direcção-Geral da Saúde (DGS), datado de 2005, dava conta de 31 756 exames de rastreio bioquímico em grávidas, a que se juntam as amniocenteses realizadas sem este rastreio a mulheres com mais de 35 anos (8501).
 

 

Fonte: DN
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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