42 privados aceitam vales-cirurgia

Medida publicada em Diário da República

13 novembro 2007
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O programa de combate às listas de espera de Cirurgia possibilita aos utentes utilizar 48 unidades privadas, entre elas as de um grupo multinacional com instalações em Badajoz e Cáceres, segundo aviso do Ministério da Saúde publicado em Diário da República.
 

 

O Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) prevê o recurso a unidades privadas e sociais de saúde através da emissão de um "vale-cirurgia", quando o Sistema Nacional de Saúde (SNS) não dá resposta durante quatro meses, nos casos de doentes prioritários, e nove meses nas outras situações. Os doentes mais urgentes têm um mês para usar esse vale, enquanto os restantes podem recorrer a unidades convencionadas num prazo máximo de três meses.
 

 

Na lista divulgada, na semana passada, consta a convenção do grupo multinacional Capio Sanidad com as Administrações Regionais de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Centro e Alentejo. Os actuais consultórios do grupo em Portugal, em cidades como Lisboa, Évora e Beja, servem apenas para consultas preparatórias e posteriores às intervenções cirúrgicas.
 

 

A colaboração da empresa, sediada Suécia, com o Ministério da Saúde já acontecia no anterior programa de combate às listas de espera, o Programa Especial de Combate às Listas de Espera Cirúrgicas (PECLEC). Até agora, e no total dos dois programas, deverão ter sido encaminhados para Espanha cerca de 1.800 doentes portugueses. Ao abrigo do SIGIC esse número deverá rondar os 200 pacientes. As intervenções cirúrgicas mais requisitadas são as de Ortopedia, Oftalmologia e Cirurgia Plástica.
 

 

Fonte: Lusa
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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