200 milhões de mulheres não têm acesso à pílula

Países em desenvolvimento são os mais afectados

10 maio 2010
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Apesar de mais de 200 milhões de mulheres terem utilizado a pílula nos últimos 50 anos, outros 200 milhões não têm acesso a este contraceptivo, especialmente nos países em desenvolvimento, de acordo com dados de uma organização internacional.

 

A organização que luta pela saúde reprodutiva da mulher refere, no seu site na internet, que se a pílula tivesse estado ao alcance desses 200 milhões de mulheres, teriam sido evitadas 50 milhões de gravidezes indesejadas por ano.

 

Para além disso, teria sido possível salvar 150 mil mulheres e 640 mil recém-nascidos que acabaram por morrer, refere a notícia avançada pela Agência Lusa.
 

Mais de 200 milhões de mulheres usaram a pílula durante os últimos 50 anos, mas outros 200 milhões não têm acesso a este contraceptivo, especialmente nos países em desenvolvimento, segundo dados de uma organização internacional.

 

De acordo com um relatório das Nações Unidas de 2009, após ter sido aprovada há meio século nos EUA, a pílula é o terceiro método contraceptivo mais utilizado no mundo depois da esterilização feminina e do DIU (dispositivo intra-uterino).

 

Contudo, na Europa a pílula mantém-se como o método mais usado para evitar a gravidez, atingindo uma prevalência superior a 40% em países como Portugal, Bélgica, França, Alemanha ou Holanda.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A
 

 

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