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Dois soldados eslovacos morrem de cancro

Dois soldados eslovacos morreram de cancro no estômago, depois de terem integrado missões de paz na Bósnia e na Eslováquia, noticia hoje o jornal eslovaco “Novy Cas”.

Os pais dos dois soldados contaram que os filhos partiram para a Bósnia de excelente saúde e admitem que ambos podem ter tido contactos com urânio empobrecido ou qualquer outra matéria radioactiva susceptível de afectar a saúde.

O Ministério da Defesa da Eslováquia já desmentiu a hipóteses dos dois soldados terem sido afectados pela “síndroma dos Balcãs”.

Contudo, todos os soldados que estiveram nos Balcãs estão a ser submetidos a exames médicos completos no Hospital Militar de Ruzomberok e o Ministério prometeu apresentar uma posição oficial sobre a morte de ambos os soldados.

Fonte: Lusa

Pai de Hugo Paulino continua a querer a verdade

O pai de Hugo Paulino, militar português que faleceu após o regresso dos Balcãs, disse hoje que continua apostado em esclarecer a verdade sobre a morte do seu filho, mas afastou a hipótese da exumação do corpo.

Após um período de silêncio sobre o caso, o pai de Hugo Paulino voltou hoje a falar, na sequência da divulgação no Diário de Notícias de informações de relatórios médicos independentes, pedidos por Luís Paulino, sobre as causas da morte do seu filho.

De acordo com os relatórios, o militar morreu na sequência da destruição do seu sistema imunológico provocada por contaminação tóxica no teatro de operações onde Hugo Paulino esteve destacado (Kosovo), uma vez que os testes efectuados ao vírus da sida deram valores negativos.

A família do jovem militar chegou a sugerir a exumação do corpo, para a realização de uma nova autópsia, mas afasta actualmente essa possibilidade, apesar de o Governo lhe ter pedido autorização para o efeito.

Fonte: Lusa

Governo reafirma interesse em exumação...

O primeiro-ministro, António Guterres, reafirmou hoje o interesse do Governo na exumação do corpo do militar Hugo Paulino, que faleceu após regressar dos Balcãs, para a realização de uma segunda autópsia.

António Guterres, que falava a jornalistas no final de uma visita a uma fábrica em Loures, comentava conclusões de relatórios médicos complementares, pedidos pelo pai de Hugo Paulino, que alegadamente confirmam a tese de que o militar morreu na sequência de contaminação tóxica no palco de operações onde esteve destacado (Kosovo).

António Guterres recusou qualquer polémica sobre o assunto, reafirmando o empenhamento do Governo em realizar uma nova autópsia para com toda a clareza e independência, se apurar integralmente a verdade.

O primeiro-ministro disse que aguarda a autorização da família do 1º cabo Paulino para que a segunda autópsia se possa realizar e se possa apurar toda a verdade.

Fonte: Lusa

PE aprecia queixa contra governo português ...

A Comissão de Petições do Parlamento Europeu vai apreciar na próxima semana uma queixa contra o governo português apresentada pelo Movimento de Cidadãos pela Arrábida, relativo à co-incineração.

A revelação foi feita durante um encontro/debate promovido pela Associação de Municípios do Distrito de Setúbal (AMDS) numa unidade hoteleira de Setúbal, para protestar contra a intenção do governo de proceder à co-incineração de resíduos industriais perigosos na cimenteira da Secil, no Outão.

Na iniciativa, em que participaram cerca de seis dezenas de pessoas, em representação de diversas entidades e de movimentos contra a co-incineração na Arrábida, o jurista do Movimento de Cidadãos pela Arrábida, Manuel Salazar, assegurou que o governo vai ter de fazer a avaliação de impacte ambiental do processo de co-incineração.

Fonte: Lusa

Hospital nega morte por contaminação tóxica

O hospital Amadora-Sintra negou hoje oficialmente que a morte do sub-chefe da PSP, que prestou serviço nos Balcãs, tenha sido causada por qualquer contaminação tóxica.

O esclarecimento foi dado através de um comunicado da Direcção Clínica do Hospital enviado hoje à Agência Lusa, com a autorização da família de Manuel Valadas falecido quarta-feira.

Fonte: Lusa

Falha renal e meningite poderão ter causado...

Uma insuficiência renal, aliada a uma meningite, é apresentada como causa provável da morte do subchefe da PSP Manuel Valada, que cumpriu duas comissões na Bósnia.

Fonte do Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) disse à Lusa que as primeiras suspeitas apontam para uma falha renal e para uma meningite, mas que o subchefe principal está a ser sujeito a uma autópsia para determinar as causas exactas da morte, registada às 12:30 da passada quarta-feira.

A Antena 1 da RDP noticiou hoje que o agente da PSP, que servia no Grupo de Operações Especiais (GOE), terá alegadamente morrido devido a uma falência do sistema renal motivada por uma eventual infecção generalizada (septicemia), semelhante à registada no caso do soldado Paulino e que tem estado a provocar grande polémica.

A mesma fonte hospitalar adiantou à Lusa que os resultados da autópsia deverão estar disponíveis amanhã, mas que serão comunicados exclusivamente à família da vítima, que decidirá se vai ou não divulgá-los.

Considerou no entanto especulativo afirmar que na origem da morte estará uma septicemia relacionada com um eventual contacto com urânio empobrecido durante as missões na Bósnia.

Fonte: Lusa

Exército quer toda a verdade

O Exército continua interessado em esclarecer a questão da alegada contaminação de militares que prestaram serviço nos Balcãs com urânio empobrecido até ao total apuramento da verdade, sublinhou hoje o general Martins Barrento.

O chefe do Estado-Maior do Exército afirmou que a instituição que dirige tem uma preocupação permanente com esta questão e continua a investigar se há ou não relação entre a exposição ao urânio empobrecido e a morte de militares que tenham prestado serviço na ex-Jugoslávia.

Martins Barrento confirmou que o Exército está à espera da resposta da família do cabo Hugo Paulino, que faleceu após uma missão nos Balcãs, sobre a exumação do corpo do ex-militar para nova autópsia de modo a esclarecer a causa da morte.

Fonte: Lusa

Escola fecha farta do fumo de incineradora

A Escola Superior de Educação (ESE) do Porto voltou hoje a fechar as portas devido à falta de condições provocada pela poluição atmosférica lançada ininterruptamente pela incineradora do vizinho Hospital de S. João.

O presidente da Associação de Estudantes da ESE/Porto, Jorge Ferreira, disse à Agência Lusa que a decisão foi tomada pelo Conselho Directivo da escola, depois de verificar que a chaminé da incineradora não pára de poluir o ar.

Jorge Ferreira referiu que todos os alunos, professores e funcionários abandonaram a escola pelas 15:00, desconhecendo-se ainda quando é que volta a abrir.

Os estudantes da ESE/Porto têm protestado contra os malefícios para a saúde pública da poluição provocada pela incineradora e já confirmada por estudos da Faculdade de Engenharia do Porto e da Direcção-Geral do Ambiente.

Após uma manifestação de estudantes realizada em Janeiro, o Ministério da Saúde anunciou que a incineradora deixaria de funcionar em 31 de Março, para sofrer obras de reabilitação.

Fonte: Lusa

G8 compromete-se para um futuro acordo sobre clima

Os ministros do Ambiente do G8 assumiram hoje um compromisso que preserva as hipóteses de um futuro acordo sobre o clima, com base no protocolo de Quioto, mas ficaram sem saber a posição da nova administração norte-americana.

Durante a conferência da ONU sobre o aquecimento global, em Haia, em Novembro, europeus e norte-americanos não chegaram a acordo para aplicar o protocolo de Quioto, que prevê a redução de 5,2 % das emissões de gases poluentes dos países ricos até entre 2008 e 2012.

Já durante a campanha eleitoral, George W. Bush manifestou-se contra o protocolo de Quioto. Hoje, a representante norte-americana, Christine Whitman, pediu tempo para que a nova administração possa analisar todas as grandes questões ambientais antes de tomar qualquer posição.

As negociações deverão ser retomadas de 16 a 27 de Julho em Bona.

Fonte: Lusa

PE dá provimento a queixa contra governo português

A Comissão de Petições do Parlamento Europeu deu hoje provimento à queixa dos cidadãos da Arrábida contra Lisboa devido ao processo de co-incineração, mas quer saber mais informações sobre a avaliação de impacte ambiental efectuada.

Esta posição é, no entanto, contrária à assumida pelo representante da Comissão Europeia (CE) na reunião, que defendeu o arquivamento da queixa, por considerar não terem ocorrido “infracções na realização da avaliação de impacte ambiental do processo”.

O advogado da CE, o português Aragão Soares, alegou que a avaliação de impacte ambiental foi realizada “de acordo com a lei nacional vigente”, incluindo a discussão e consulta pública obrigatórias.

A queixa do Movimento de Cidadãos pela Arrábida baseia-se no facto de o Governo português não ter realizado uma avaliação de impacte ambiental à luz da nova lei para escolher a cimenteira do Outão.

Fonte: Lusa

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