Mais de metade dos portugueses acredita que vacinas previnem doenças infecciosas

Dados do Eurobarómetro

30 abril 2019
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Cerca de 53% dos portugueses acredita que as vacinas previnem doenças infecciosas como gripe e sarampo, divulgou a agência Lusa.
 
Em causa está um Eurobarómetro divulgado a propósito da Semana Europeia da Vacinação.
 
Já 39% dos inquiridos portugueses entende que “sim, provavelmente” as vacinas podem ter este efeito, enquanto apenas 2% defende que “provavelmente não” e só 1% argumenta que “não, de todo”. Outros 3% respondem que esta forma de prevenção “depende da doença”.
 
Portugal é, inclusive, o sétimo país da UE com opinião mais favorável à vacinação como forma de prevenção destas doenças, a seguir à Holanda, Finlândia, Suécia, Espanha, Malta e Dinamarca.
 
Incindindo sobre estas doenças infecciosas, as mais apontadas pelos portugueses como predominantes na UE foram a hepatite, a meningite, a gripe, o sarampo, a poliomielite e o tétano.
 
Neste Eurobarómetro, Portugal é também o terceiro país com mais respondentes que foram vacinados nos últimos cinco anos (67%), apenas ultrapassados pelos finlandeses (72%) e pelos alemães (69%).
 
Entre as razões apontadas pelos inquiridos para a vacinação está a recomendação por profissionais do setor (58%), seguindo-se a obrigação à luz da lei nacional (40%), a sugestão por autoridades de saúde (17%) ou por amigos e familiares (4%) e ainda por ser necessário para viajar para determinado local (4%).
 
Quanto aos motivos apontados por não terem sido vacinados nos últimos cinco anos, os inquiridos portugueses indicaram que isso se devia a não terem sido recomendados por profissionais de saúde (36%), por estarem cobertos por vacinas anteriores (25%) ou ainda por não necessitarem (20%), entre outros motivos.
 
Ao todo, na UE, foram registados 27.524 respondentes, a maioria (52%) dos quais vincou que, “sim, sem dúvida”, as vacinas podem ajudar a prevenir doenças infecciosas, seguindo-se respostas como “sim, provavelmente” (33%), “provavelmente não” (6%) e ainda “não de todo” (3%). Outros 3% respondem que isso “depende da doença”.
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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