Duas clínicas suspeitas de aborto ilegal

IGAS deu início a investigação

29 Dezembro 2007
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Os processos que a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) abriu para investigar duas unidades privadas que alegadamente estão a fazer IVGs (Interrupções Voluntárias da Gravidez) à margem da lei podem culminar numa participação ao Ministério Público ou no encerramento dos estabelecimentos.
 

 

Até à data, há apenas três unidades de saúde privadas autorizadas a praticar IVG em Portugal - a clínica dos Arcos, o Hospital do SAMS, em Lisboa, e a clínica de Oiã, em Aveiro -, estando em análise na Direcção-Geral de Saúde (DGS) mais um pedido de uma clínica na capital (a Gineplanning).
 

 

Um dos estabelecimentos, na Grande Lisboa, publicava um anúncio na imprensa, enquanto o outro, situado em Leça do Balio (arredores do Porto), adiantava num blogue que praticava IVG e fazia-o mesmo após o limite estabelecido na lei (dez semanas de gravidez), segundo adiantou então o Diário de Notícias.
 

 

Fontes: Público e DN
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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